Acordar às 6 horas e ir dar o habitual passeio de uma hora com a Pipoca do Barroso. Voltar para casa, fazer o sumo de beterraba, cenoura, laranja e maçã e passar as quatro horas seguintes a cuidar da horta. Os pêssegos estão quase prontos para serem trincados e degustados. Este ano, como estou por cá, vou finalmente conseguir comê-los. E, às ameixas amarelas e encarnadas, também.
As alfaces também estão quase prontas para serem colhidas. A solução dos garrafões de água cortados em baixo deu, novamente, resultado. Ficaram protegidas dos caracóis e das muitas ervas daninhas que abundam por aqui.
Havia ramos de várias árvores que tinham sido podadas há meses e que precisavam de ser queimados. Nas primeiras semanas, depois de ter voltado, já tinha reunido toda a ramagem e ervas secas numa zona do quintal. Na altura, um ferimento na mão (um simples espinho enterrado no polegar) obrigou-me a estar parada alguns dias. Uma ida ao centro de saúde, dores intensas e um raspanete da médica por não tomar a vacina contra o tétano desde os 19 anos. Ainda falta queimar uma parte. Mais uma manhã e fica tudo despachado.

