sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
CONTAGEM DECRESCENTE
E informações sobre a programação deste fim de semana:
SÁBADO – 29 DE JUNHO
15.30H – 19.00H
- Inauguração
da Exposição Os panos que a cada dá – Trajes de Barroso com a presença da
Diretora Geral do Património Cultural e do Presidente da Câmara Municipal de
Montalegre.
- Atuação
do Grupo do Jogo do Pau da Corva
- Prova
e venda de produtos regionais (fumeiro, vinho, azeite, mel, folar, queijo, meias
de lã e algodão, linhos, sabonetes)
DOMINGO – 30 DE JUNHO
Das 10H às 13H e das 14H às 18H - Prova e venda de produtos regionais (fumeiro,
vinho, azeite, mel, folar, queijo, meias de lã e algodão, linhos, sabonetes)
15.00H
- Atuação
do Grupo Folclórico da Venda Nova
NOTA - O MAP está aberto ao público de quarta-feira a domingo, das 10H às 18H (aos sábados e domingos o horário de funcionamento do Museu é das 10H às 13H e das 14H às 18).
terça-feira, 25 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
OS PANOS QUE A CASA DÁ - TRAJES DE BARROSO
As peças da Casa do Capitão e do Grupo Folclórico da Venda Nova chegaram ao MAP esta terça-feira. Os manequins já foram vestidos e começámos a colocar as restantes peças nas vitrinas. Dia 29 deste mês já as podem ver ao vivo :)
sexta-feira, 31 de maio de 2013
OS SAIOTES VERMELHOS
Explicaram-me, lá em cima, que a cor vermelha dos saiotes tinha uma funcionalidade muito própria. Nos dias em que a mulher estava
menstruada, e na ausência de cuecas e de pensos higiénicos, traçando-se a parte
da frente com a parte de trás do saiote (o que implicava que este fosse
bastante rodado) e prendendo-se a peça com a ajuda de um alfinete de ama, as mulheres protegiam a
roupa de manchas indesejáveis. Nesses dias, o saiote era usado por baixo da camisa,
uma combinação em estopa, linho ou pano cru. Nos restantes dias invertia-se a
ordem: o saiote era colocado por cima da camisa interior, portanto, mais longe da pele.
Para tingir esta meada, que trouxe da Casa da Lã de Bucos, usei tinta que comprei numa drogaria em Cabeceiras de Basto, onde habitualmente as mulheres de Salto se abasteciam deste produto. Desta vez, não foi preciso seguir as indicações da D. Benta, pois a tinta vinha com instruções próprias. Não tem de se ferver a lã como fiz com os líquenes do castanheiro e do carvalho. Foi tudo muito mais rápido...mas menos ecológico!
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
O CARREIRÃO DAS MEIAS
Estas meias (e a minha mãe a servir de modelo) são um dos cinco modelos que, desta última vez, encomendei à D. Benta para a exposição "Os panos que a casa dá. Trajes de Barroso". Da última vez que lá tinha estado, trouxe três pares de caturnos todos em lã bege. Agora, vieram caturnos em lã meirinha moira (castanha), dois pares de meias e uns miotes.
Pedi-lhe umas meias como as que ela usou em solteira e iguais às que a mãe dela e a avó - a mãezinha - costumavam usar. Perguntou-me se queria que tivessem carreirão. O carreirão, tal como a Rosa explica aqui, é uma linha vertical, a todo o comprimento do cano, onde
cada volta do trabalho se inicia.
Esta linha permitia saber se a peça estava corretamente
calçada. As mulheres avisavam-se mutuamente quando a costura não estava centrada: Olha que tens o carreirão torto! Não havia espelhos e as mulheres eram os espelhos umas das outras!
Subscrever:
Mensagens (Atom)



