domingo, 9 de fevereiro de 2014

BATIDO DE LEITE DE CABRA, FRAMBOESA E AÇAÍ


2 copos de leite de cabra (ou de leite de amêndoa)
150 grs de framboesas
1 colher de sobremesa de açaí

sábado, 8 de fevereiro de 2014

GALETTE DE CHEROVIA

A minha mãe comia disto em miúda. A mãe dela, a minha avó Susana, fazia-as da forma que, aparentemente, é a mais comum: cortadas às fatias, passadas por ovo e farinha e fritas. Foi assim que as comi n'O Mário nos primeiros dias de janeiro deste ano. Ontem comprei umas quantas aqui na Figueira (infelizmente, não eram do Fundão...) e decidi experimentar fazer uma galette de cherovias.


Primeiro, há que descascar as cherovias e cortá-las em rodelas muito finas (usei a mandolina e cortei um dedo, para variar). Depois, numa tigela grande, envolvem-se as rodelas com um pouco de flor de sal e um fio de azeite. Convém que o azeite seja suave para não mascarar o sabor das cherovias. 


De seguida, numa frigideira, deita-se um pouco de azeite e dispõem-se as rodelas de cherovia. Leva-se a lume médio/baixo e deixa-se alourar durante uns 10 minutos. Vira-se a frigideira sobre um recipiente de pirex (eu usei a habitual rodela de barro) e leva-se ao forno por uns 30 minutos até a cherovia começar a ficar crocante.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

GELADO DE ALFARROBA

Desde que o mate me trouxe isto do Algarve que fiquei com vontade de fazer um gelado de alfarroba. Com a desculpa de não ter a máquina de gelados na casa de Lisboa, esperei até vir à Figueira da Foz para testar esta receita. A verdade é que não é preciso uma máquina de gelados! 
Parti de uma receita base que uso com frequência e fui adicionando alfarroba até considerar que o seu sabor estava suficientemente explícito - mas não exagerado. O resultado é mesmo muito, muito bom :)


Ingredientes
100 grs de alfarroba em pó
450 grs de leite condensado
6 gemas
600 ml de natas (colocadas no congelador uns 15 minutos antes de iniciar a receita)

Preparação
Com o batedor de varas (eléctrico ou manual), bater as gemas até o preparado ficar espumoso. Juntar o leite condensado e bater até incorporar bem. 
Colocar a alfarroba numa pequena tigela e juntar, aos poucos, cerca de uma a duas chávenas do preparado das gemas e do leite condensado. Esta operação destina-se a facilitar a posterior incorporação da alfarroba no preparado. Juntar esta mistura às restantes gemas e leite condensado.
À parte bater as natas e. quando estiverem bem firmes, juntar à mistura de alfarroba, gemas e leite condensado. Envolver bem e deitar na máquina de gelados seguindo as instruções do fabricante.
Se não se tiver máquina de gelados, deixar o preparado na taça e levar ao congelador. Ao fim de uma hora bater vigorosamente com o batedor de varas. Repetir o processo ao fim de mais uma hora. E está pronto para comer.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

COISAS DE CÁ

Sem produtos de outro hemisfério. Cenoura, alho francês, ovos, amêndoas, coentros, azeite e sal.


Picar coentros. Reservar.
Tostar a amêndoa laminada numa frigideira anti-aderente. Reservar.
Bater um ou mais ovos, aquecer azeite na frigideira e fritar. Reservar.
Cortar duas cenouras e um alho francês em juliana. Reservar.
Deitar um fio de azeite na frigideira e juntar a cenoura e o alho francês. 
Mexer continuamente, temperar de sal e retirar do lume antes das verduras amolecerem.
Colocar num prato fundo e juntar o ovo cortado às tiras.
Polvilhar com a amêndoa laminada e os coentros picados.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DE ESTOPA E DE COTIM

Não mais comprarás carteiras...Tenho andado a testar alguns tecidos e modelos. Fiz este saco triangular, mas em miniatura e com forro (para perceber a lógica de construção da peça antes de me aventurar com tecidos mais dispendiosos) e estas bolsas (costurei umas quantas em ganga). Esta tote bag, de estopa e cotim, foi feita sem rede, isto é, sem seguir um único tutorial do princípio ao fim. Fui improvisando para um ou outro detalhe mas, quando as dúvidas surgiam, recorria aqui. O Purl Bee tem dos tutoriais mais explícitos que se encontram na internet. Explícitos e inspiradores. 
Costurar estopa na minha máquina de costura não é propriamente muito prático. Nem rápido. Quando tinha de passar a agulha em cima de cinco camadas de estopa nem o pé ia ao pedal. Mão no volante, muito devagar, para conseguir costurar as alças ao corpo da peça. Uma agulha partida foi a única baixa. 


A peça tem dois bolsos interiores feitos em cotim e dois micro bolsos do lado de fora. Já tinha tão pouca estopa que decidi aproveitar a ourela do tecido para o topo dos bolsos. Gosto do efeito, apesar de ser uma escolha pouco ortodoxa. E gosto especialmente da combinação dos dois tecidos. São discretos q.b. e a estopa tem aquele ar rústico que aprecio. Agora basta esperar que o tempo fique mais quente e seco que isto não é bolsa para andar debaixo de temporais.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

BEIROA EM PONTO DE ARROZ DUPLO

Andava a fazer este cachecol aos soluços desde meados do ano passado. Ontem, já com o último novelo a meio, deu-me a fúria. Para quem tricota com destreza, pode parecer irrisório mas, pela primeira vez, fui capaz de fazer carreiras sem olhar para as agulhas e sem me enganar. Contudo, ao contrário dos tecidos, com o tricot ainda não me arrisco a ir além dos cachecóis. Com pena minha, porque tenho lá para casa muita meada a precisar de destino. 


Com a Beiroa arrumada, finalmente posso começar a fazer o saco de ganga e estopa. E ganhar coragem para voltar à investigação (desta vez por minha conta, ainda que a tempo muito parcial) e expandir horizontes....

(As fotografias estão de fugir. O cartão da SLR morreu e tive de usar a máquina compacta.)

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Sou uma antropóloga que só pensa em comida...
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