Estas duas versões de farinha de mandioca (a de cima, torrada, a de baixo, misturada com leite em pó e açúcar) foram-me oferecidas pela Cecília, uma das minhas colegas do curso. Foram trazidas de Angola, país da Cecília, e agora habitam na minha cozinha. Até agora tenho usado esta farinha para fazer funge à minha maneira (à minha maneira significa derreter ghee, juntar a farinha, mexer bem e depois ir misturando a água necessária até se obter a consistência desejada). Agora vou experimentar a versão ali de cima.
domingo, 16 de março de 2014
sábado, 15 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
ÉPICO
Ontem passei cinco horas a aprender matérias sobre brigadas de cozinha, zonas de cozinha, equipamentos e mise en place. Também fiquei a conhecer mais algumas expressões da gíria de cozinha. Por exemplo, gamela e queima cebolas são formas de designar, respectivamente, o empregado de mesa e o cozinheiro. Já a expressão cantar a roda designa o anunciar, pelo chefe de cozinha, dos pedidos da sala à brigada de cozinha. Já todos vimos, no Hell's Kitchen, o Gordon Ramsay a gritar: 1 robalo, 2 bifes wellington!!! Diz-se cantar a roda porque a zona onde chegam os pedidos dos clientes (aqueles papelinhos que se penduram numa régua e que contêm os pedidos) e saem os pratos para a sala é designada de roda.
Quando as aulas terminaram fui para o Restaurante Aviz onde tive a experiência gastronómica mais épica de sempre em seis actos. Graças ao chefe Cláudio Pontes e à sua equipa. Uma lição de como é possível desconstruir um produto, contar uma história e explorar vários conceitos numa refeição. Genial. Ainda não recuperei. Sou outra pessoa :)
quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
PRIMEIRAS IMPRESSÕES
Depois das primeiras aulas descobrimos que temos andado a criar colónias de bactérias nas nossas cozinhas caseiras; que existem, pelo menos, 27 formas de preparar batatas (e que posso usar inhame em vez de batata!); que uma bomba significa gemas batidas com calda de açúcar; que afiambrar, ao contrário do que dizíamos no liceu, não tem nada a ver com marmelada e amassos. Entre quinhentas mil coisas. Aguardamos, com grande expectativa, a chegada das nossas jalecas e das nossas facas. Entretanto, já tenho as minha socas de flores prontas para colocar a uso.
quarta-feira, 5 de março de 2014
LEITE CONDENSADO DE COCO
Sem lactose e sem soja. Com leite de coco, açúcar de coco e óleo de coco. Para adoçar o primeiro dia aqui :)
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O POLVILHO FAZ POOOOOUFT!!!
Há-de chegar o dia em que me dará para fazer um Paris-Brest com esta receita. Por enquanto, a massa choux de polvilho e leite de coco permite-me ir profiterolando alegremente na cozinha. O polvilho (informação preciosa aqui sobre a mandioca e seus derivados) tem aquela capacidade fantástica de se expandir: quem faz pão de queijo sabe do que estou a falar. E essa é uma característica fundamental na massa choux. Choux tem de fazer pouft!
A receita destes profiteroles- que adaptei daqui e na qual substitui o óleo por azeite - tem apenas uma rasteira. Misturar os ovos na massa para obter uma liga homogénea e sem grumos não é especialmente fácil. Primeiro usei a batedeira de varas e a massa trepou pelas varas acima. Depois, recorri à varinha mágica e, finalmente, peguei na colher de pau e resolvi o problema. Conclusão: é preciso pôr os músculos a trabalhar para obter bons resultados. E é mesmo obrigatório deixar os profiteroles no forno, já desligado, para perderem a humidade. De preferência, em cima de uma grelha.
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